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INVESTIMENTO EMPREENDEDORISMO

À medida que 2025 se aproxima do fim, o ecossistema de startups e fintechs no Brasil entra em uma fase mais seletiva e estratégica. Após o retorno das rodadas de investimento, o foco agora está em negócios que tragam estabilidade, impacto social e governança. Grandes empresas devem acelerar parcerias via Corporate Venture Capital, impulsionando soluções tecnológicas como APIs, automações e integrações regulatórias.

A regulação tende a ficar mais rígida, exigindo das startups maior preparo em compliance, segurança e auditorias. Modelos SaaS seguem em alta, com destaque para quem oferece pagamentos recorrentes via Pix e experiências digitais sem fricção.

O ESG ganha força como diferencial competitivo, assim como a inclusão de empreendedores periféricos e projetos com impacto regional. Porém, juros altos, inflação e escassez de talentos técnicos continuam sendo riscos relevantes.

O cenário até 2026 será de consolidação: vencem os negócios que unirem inovação, solidez e visão estruturada. Crescimento desordenado ou foco apenas em hype já não bastam, o mercado exige preparo, consistência e propósito.

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NEGÓCIOS

O cenário empresarial brasileiro em 2025 está marcado por incertezas globais, mas também por movimentações importantes. O BNDES lançou uma linha de crédito de R$ 10 bilhões para apoiar exportadores impactados por tarifas dos EUA, enquanto o acordo comercial entre Mercosul e Emirados Árabes pode ser assinado até o fim do ano, abrindo novas frentes para negócios internacionais.

Apesar de um crescimento expressivo do PIB no primeiro trimestre, o relatório da Deloitte aponta sinais de desaquecimento, com consumo e indústria pressionados pelos juros altos e inflação. A Selic, que deve se manter em 15%, impõe desafios ao crédito e exige planejamento rigoroso de empresas e investidores.

A confiança industrial e do consumidor caiu, revelando alerta antecipado do mercado quanto à competitividade e aos custos operacionais. Ainda assim, empresas que souberem se adaptar, ajustando seus modelos, apostando em governança e mirando mercados externos, podem transformar desafios em oportunidades.

BANCOS

Em 2025, os bancos vivem uma corrida contra o tempo. Com o avanço das fintechs, do Pix Automático e do Open Finance, os gigantes do setor aceleram sua transformação digital para não perder espaço. Itaú, Bradesco, Banco do Brasil e outros apostam em inteligência artificial, APIs abertas e plataformas integradas para oferecer serviços mais rápidos, personalizados e acessíveis.

Enquanto isso, bancos digitais como Nubank e Inter ampliam atuação no mercado PJ, ganhando força onde os tradicionais ainda patinam. A disputa vai além de tarifas: é por dados, confiança e relevância no mundo digital.

A expectativa para o início de 2026 é de um mercado mais consolidado, onde só os bancos que equilibrarem inovação, segurança e relacionamento humano vão sobreviver com força. O setor não é mais o mesmo, e quem não acompanhar a mudança vai ficar para trás.

INOVAÇÕES E TECNOLOGIA NOS BANCOS DE SANTA CATARINA

Em 2025, os bancos que atuam em Santa Catarina estão investindo fortemente em tecnologia e inovação. Cooperativas como Sicredi, Cresol e Sicoob lideram soluções digitais no interior, oferecendo crédito inteligente, Pix com split e gestão financeira integrada — mesmo em regiões com infraestrutura limitada.

Nos grandes centros, especialmente em Florianópolis, bancos como BB, Bradesco e Santander aproveitam o ecossistema tech da capital para testar APIs, IA e Open Finance em parceria com startups locais.

O diferencial catarinense está na combinação de tecnologia com proximidade: bancos regionais mantêm atendimento personalizado enquanto modernizam processos. Até 2026, espera-se ainda mais foco em IA para crédito, compliance e integração com ERPs, posicionando o estado como referência em inovação bancária com identidade local.

BOLSA DE VALORES

A Bolsa de Valores brasileira (B3) vive em 2025 um período de oscilação entre otimismo e cautela. Apesar de alguns setores mostrarem recuperação — como energia, agronegócio e empresas de tecnologia — o cenário ainda é marcado por juros altos, inflação persistente e incertezas externas, especialmente ligadas à política monetária dos Estados Unidos e à desaceleração da China.

O Ibovespa chegou a registrar máximas no primeiro semestre, impulsionado por balanços positivos e fluxo estrangeiro. No entanto, investidores voltaram a adotar posições defensivas após a sinalização de manutenção da Selic em 15% e tensões fiscais internas.

Papéis ligados ao consumo, varejo e construção civil ainda sentem os efeitos do crédito caro, enquanto setores exportadores têm se beneficiado do dólar valorizado. Já os investidores institucionais e gestores de fundos estão mais seletivos, priorizando empresas com fundamentos sólidos, boa governança e resiliência operacional.

Até o início de 2026, o mercado deve continuar exigindo uma postura estratégica: foco no longo prazo, atenção aos movimentos globais e escolha criteriosa dos ativos. A Bolsa segue como uma vitrine da economia real — e, como tal, reflete tanto os avanços quanto as fragilidades do Brasil.

STARTUPS

O ecossistema de startups no Brasil entra no segundo semestre de 2025 com um novo perfil: menos euforia, mais consistência. Depois do “boom” de captação nos anos anteriores, os investidores agora buscam negócios com tração real, modelo validado e plano de monetização sustentável. A era do crescimento a qualquer custo está ficando para trás.

Startups voltadas a soluções financeiras (fintechs), inteligência artificial, saúde digital e educação corporativa se destacam por atender demandas concretas do mercado. O Corporate Venture Capital também ganha força, com grandes empresas investindo em inovação aberta para resolver gargalos internos.

Ao mesmo tempo, a pressão por governança, transparência e impacto social aumenta. Fundos e aceleradoras olham cada vez mais para práticas ESG, inclusão regional e diversidade nos times fundadores como critérios decisivos.

Apesar dos juros altos e da seletividade maior nos aportes, o setor segue resiliente. A expectativa é que, até o início de 2026, sobrevivam — e cresçam — as startups que souberem combinar inovação com disciplina financeira, propósito com estrutura, e tecnologia com impacto prático.

NOTICIAS AO REDOR DO MUNDO

Finanças globais em setembro de 2025 — entre cortes de juros e atenção redobrada

O cenário financeiro mundial passa por mudanças estratégicas. O Federal Reserve dos EUA iniciou um ciclo de corte de juros, reduzindo a taxa para 4,00–4,25%, o que trouxe alívio aos mercados e enfraqueceu o dólar. Ainda assim, o momento é de cautela: inflação e dívidas públicas continuam altas, e o Banco de Compensações Internacionais já alerta para a possível desconexão entre o otimismo nas bolsas e a realidade fiscal dos países.

Na Europa, cresce o debate sobre a interferência política nos bancos centrais, especialmente após declarações polêmicas sobre o Fed. Enquanto isso, o Deutsche Bank apoia a criação de um banco multilateral de defesa e resiliência, mirando estabilidade geopolítica.

Já no Japão, o índice Nikkei dispara com o boom das ações ligadas à inteligência artificial e semicondutores, impulsionado por políticas fiscais expansionistas. Mas nos EUA, apesar do bom humor nos mercados, os consumidores sentem o peso da inflação e dos juros altos no bolso — o que pode impactar o crescimento interno nos próximos meses.

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