O Ibovespa recuou 0,28 %, fechando aos 142.200,02 pontos.
O índice chegou a tocar 143 mil pontos durante o pregão, mas inverteu a trajetória e fechou em queda.
Entre os destaques negativos, Magazine Luiza (MGLU3) puxou o índice para baixo.
Por outro lado, papéis como CEAB3 (empresa do grupo Abuse & Use) lideraram as altas do Ibovespa no dia.
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O dólar à vista caiu 0,35 % e foi cotado a R$ 5,4433.
O IBC‑Br (índice de atividade econômica do Banco Central) subiu 0,4 % em agosto frente a julho, número aquém das expectativas do mercado.
No comparativo anual, o IBC‑Br subiu apenas 0,1 % e, em doze meses acumulou alta de 3,2 %
O mercado reagiu ao resultado do IBC‑Br, que sinalizou uma desaceleração da atividade econômica
Tensões comerciais entre EUA e China, especialmente sobre controle de terras raras, também exerceram pressão sobre ativos sensíveis a cadeias globais e exportações brasileiras.
A B3 anunciou que dará início à implementação do Regime Fácil, iniciativa para facilitar o acesso de companhias de menor porte ao mercado de capitais, com regras mais simples para listagem.
A B3 comunicou que, a partir de 3 de novembro de 2025, passará a vigorar uma nova grade horária de negociação no mercado de ações e derivativos, para sincronização com bolsas internacionais.
Foi noticiado que o número de empresas listadas na B3 atingiu seu nível mais baixo em quase cinco anos, refletindo menor atividade de ingresso de empresas e saídas de capital listadas.
O Ibovespa fechou agosto em recorde: alcançou 141.422,26 pontos, marcando novo patamar de fechamento histórico para o índice.
No acumulado do mês, o índice subiu cerca de 6,3 %, puxado por expectativas eleitorais e possíveis reduções nas taxas de juros nos EUA.
A bolsa superou a renda fixa nos retornos até agosto: vários índices acionários já rendem mais que o CDI e ultrapassaram retornos de investimentos tradicionais no ano.
No dia 28 de agosto, o Ibovespa bateu novo recorde intraday, ultrapassando 142.000 pontos pela primeira vez.
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Mesmo com os recordes, houve ajustes: no dia 19 de agosto, o índice caiu ~2,1%, pressionado pelo setor bancário e preocupações externas.
Real se fortalece e surpreende com alta na bolsa brasileira
A valorização do real e sinais de recuperação do mercado interno ajudaram o Ibovespa a desafiar a volatilidade global.
Bolsa brasileira impulsiona mercados latino-americanos a um pico de mais de um ano
As ações brasileiras lideraram o desempenho da América Latina, com moedas locais se valorizando.
Investidores de renda variável superam a renda fixa em retornos acumulados em 2025
O Ibovespa acumula quase 18% de valorização no ano até agosto, quase o dobro do CDI.
Ibovespa fecha agosto com alta de 6,28% e sete ações subiram mais de 20%
Destaque para RD Saúde, MRV, Hapvida, Minerva e Rede D’Or. Apenas três ações caíram mais de 10%: Raízen, Rumo e PRIO.
CPFL Energia: retorno de 32% em 5 anos supera o mercado
Acionistas da CPFL tiveram valorização acima da média do mercado nos últimos cinco anos, mesmo sem considerar dividendos.
M. Dias Branco supera expectativas e cresce lucros
A tradicional empresa do setor alimentício registrou aumento de receita e lucro líquido no trimestre.
Auren Energia cresce em receita, mas mostra prejuízo no trimestre
Apesar de quase dobrar a receita em relação ao 2T de 2024, registrou prejuízo líquido significativo.
PetroReconcavo surpreende com receita no 2º trimestre
A empresa apresentou resultados acima do esperado para o período, superando projeções de mercado.
Mercado em baixa: Ibovespa recua 0,21%
O índice sofreu pressão por setores como industrial e consumo, com destaque para queda robusta na Natura e leve alta em Eletrobras.
Gerdau vê lucro recuar, mas receita nos EUA cresce
No 2º trimestre de 2025, a Gerdau registrou queda de 8,6% no lucro ajustado (R$ 864 mi), mas teve receita nos EUA crescente (+5,5%) e vendas de aço em expansão (+4,1%). EBITDA caiu 2,4%, alinhado às expectativas de mercado.
JBS estreia na NYSE em meio a controvérsias
A JBS fez listagem direta na Bolsa de Nova York, rondando os US$ 13,65 por ação no debut. A empresa continua negociada no Brasil via BDRs. O retorno marca um momento de expansão global, apesar de acusações relacionadas ao passado.
Embraer cai com ameaças de tarifa de 50% dos EUA
Ações da Embraer despencaram até 8%, com impacto estimado de US$ 150 milhões no EBIT pela dependência do mercado americano. Apesar da queda, as ações ainda acumulam ganhos de +30% no ano.
Tensão global derruba Ibovespa e bancos brasileiros
O Ibovespa iniciou agosto em queda, fechando em 132.437 pontos no dia 1º, reflexo das tensão entre Brasil e EUA e dificuldades domésticas, como déficits fiscais e inflação acima de 5%. Destaque para a queda de 7% das ações do Banco do Brasil.
https://www.moneytimes.com.br/banco-do-brasil-acoes-caem-com-cenario-politico
PicPay prepara IPO na Nasdaq em 2025
Após crescimento expressivo e lucro de R$ 61,8 mi no 1º semestre de 2024, banco digital busca visibilidade global e atração de capital internacional.
https://www.reuters.com/markets/deals/brazilian-digital-bank-picpay-eyes-nasdaq-ipo-2025-2024-10-02/
Onde investir em 2025: ações de valor, ETFs e tendências ESG no Brasil
Tendência Global: Foco no Investimento em Valor
Investidores estão migrando de grandes nomes da tecnologia (como as “Magnificent Seven”) para buscar ações subvalorizadas com boa geração de caixa e dividendos, reduzindo riscos frente à volatilidade, inflação e incertezas políticas.
https://www.bcg.com/publications/2025/fintechs-scaled-winners-emerging-disruptors
Diversificação Global é Crescente
Ativos internacionais (mercados emergentes e desenvolvidos fora dos EUA) tiveram retornos acima de 15% no ano, superando o S&P 500 (≈7%). A queda do dólar e o crescimento da Ásia, Europa e América Latina explicam parte disso.
Inteligência Artificial e Home Bias
Apesar dos riscos, os EUA seguem impulsionados por investimentos massivos em IA. Muitos especialistas acreditam que há uma supervalor na bolsa americana, mas ainda assim, seu domínio é relevante.
Fundos Híbridos Ganham Espaço em Mercados Voláteis
Na Índia, por exemplo, gestores recomendam fundos que combinam renda fixa e variável como forma de reduzir risco em cenários instáveis.
https://www.innovatefinance.com/capital/fintech-investment-landscape-2025
Ouro, Real Estate e Investimentos de Impacto
Grupos como o Victor Smorgon Group registraram alta de +54% em fundos de ouro em 2025, reforçando a força de ativos tangíveis e de impacto.
https://www.bcg.com/publications/2025/the-future-of-finance-fit-for-growth-built-for-purpose
Valores de Mercado
https://www.marketwatch.com/investing/fund/spy
Exemplo: O ETF SPY atualmente cotado em aproximadamente US$ 637, representa exposição ao S&P 500 dos EUA, ideal para diversificação global.



Tendências globais de investimento e políticas de alocação
BlackRock Investment Institute – Global Outlook 2025: aponta que a economia opera fora dos ciclos tradicionais, impulsionada por mega forças como IA e fragmentação geopolítica.
https://www.blackrock.com/corporate/insights/blackrock-investment-institute/publications/outlook
Morgan Stanley – Investment Themes 2025: Driving Opportunity: destaca os temas de Deglobalização, IA, longevidade e energia limpa como principais vetores para os próximos anos.
https://www.morganstanley.com/insights/themes/investment-themes-2025-driving-opportunity
Mercado emergente supera os EUA (América Latina, Ásia, África)
Relatos sobre a performance e oportunidades em mercados fora do Ocidente:
SMU/VanEck – EM Equities Are Surging in 2025: emergentes superaram os mercados desenvolvidos, com destaque para Ásia, Brasil e commodities.
AllianceBernstein – Why Volatility Often Leads to Emerging Equity Returns: mostra que picos de volatilidade criam oportunidades em ações de mercados emergentes.
BlackRock – Emerging Market Equities: Climbing the Wall of Worry: como os emergentes se beneficiam mesmo com incertezas globais.
https://www.blackrock.com/corporate/insights/blackrock-investment-institute/publications/outlook
Ouro e Real Estate como alternativas estratégicas
Investidor10 / GOLD11: relato sobre o ETF GOLD11, que superou Ibovespa e manteve recordes em 2025.
B3 – Relatório sobre ETFs de ouro: elevação recorde na demanda por ouro via ETFs em 2025.
Visão de longo prazo por grandes gestoras globais
BlackRock – 2025 Midyear Outlook: destaca a necessidade de foco tático nos próximos 6 a 12 meses e preferência por ações dos EUA e emergentes.
Reuters – BlackRock adjusts outlook amid uncertainty: banca a visão de estática nos juros e foco em dívida local de emergentes.
Morgan Stanley – S&P500 chegando a 7.200 até 2026: projeção otimista baseada em dólar fraco, IA e expansão global de grandes empresas.
https://www.morganstanley.com/insights/themes/investment-themes-2025-driving-opportunity
Fundos híbridos como proteção em mercados voláteis
Economic Times – Hybrid Funds: fundos híbridos na Índia oferecem estabilidade e crescimento moderado frente a mercado volátil.


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